"O catequista é aquele que transmite o tesouro da fé católica!"

sábado, 11 de fevereiro de 2017

FITAS COLORIDAS

Um dia, Deus vendo seus Anjos aqui na terra cada um para o seu lado, resolveu juntá-los.

Mas como fazer???

Primeiro uma cabeça pensante... motivada, com sede de algo novo...

Mas ainda era pouco, precisava de um meio...???...

E Deus em sua infinita sabedoria, pensou: "O que mais atrai meus filhos amados? Carta? Rádio? Porta a porta? Em meio a multidões?

Huum...Internet..."

E aí tudo começou...

A tecnologia foi usada...

Primeiro um, depois outro e mais outro foram se aproximando...Os Anjos começavam a se conhecer!

A cada Anjo que se aproximava Deus dava a ele uma fita colorida. Essa fita teria que ser amarrada as pontas,

mas antes teria que ser passada dentro da outra fita que Ele havia dado para outro Anjo seu.

Formando assim uma linda corrente colorida...

Mas qual o significada dessa fita colorida??? Amor, respeito, doação, dedicação, paixão, solidariedade, formação, companheirismo...

E aos poucos essas fitas foram sendo amarradas.

Algumas foram amarradas de forma tal, que com o passar do tempo o nó foi ficando cada vez mais unido, mais apertado.

Outras foram mal amarradas e sem demorar muito se desfizeram do nó  

e deixaram de fazer parte daquela linda corrente.

Muitos desses Anjos formaram belos e destacados laços...Outros amassaram, perderam o brilho e até mesmo a força de lutar pela formação da corrente.

Mas qual o objetivo de Deus com essa corrente feita de fitas coloridas e por mãos de Anjos???

Cada Anjo é de uma parte...se todos derem as mãos amarrando as fitas do amor, da dedicação, da doação,

troca, entrega, oração, cumplicidade, formaria uma bela corrente onde caberia a todos que os rodeiam. 

E hoje podemos ver esses Anjos se unindo, amarrando suas fitas...

Quando um se sente fraco, o outro ajuda.

Quando um se sente desmotivado, o outro motiva-o.

Quando um está triste, o outro o faz sorrir.

Quando um chora, o outro é solidário.

Quando um diz: "não vou conseguir" o outro diz: "não temas, Deus é contigo"

E assim esse imenso Brasil está sendo tomado por um Grupo que cresce a cada dia, com limitações, claro, mas também

com amor, disposição e muito carinho!

A todos esses Anjos Deus estará sempre derramando suas bençãos...

Silvanety M. David

PADRE NAZARENO LANCIOTTI - UM MÁRTIR DO TERCEIRO MILÊNIO

Era um Padre missionário, da Diocese de Roma (Itália), que tinha se dedicado totalmente para a missão no Mato Grosso, ná paróquia de Jauru.

Nasceu em Roma de uma família humilde, mas cristã, aos 03 de março de 1940; seu pai Giacomo Lanciotti, era pedreiro e sua mãe Antonieta dona de casa; tinha duas irmãs: Franca e Ana Maria.

Entrou no Seminário Menor ainda criança, na cidade de Subiaco (Roma). Cursou as faculdades de Filosofia e Teologia no Seminário Maior de Subiaco. Foi ordenado Padre no dia 29 de junho de 1966  trabalhou como Vigário Paroquial na Paróquia de S. Giovanni Crisóstomo, no centro de Roma.

O seu apostolado era sobretudo devotado para os jovens. Tendo chegado a conhecer a Associação "Operazione Mato Grosso", engajou-se nela com outros jovens e tendo conseguido a licença de seu Bispo Diocesano , veio para Mato Grosso, em 1971, no ano, ou seja, em janeiro de 1972, estabeleceu-se num "lugarejo" (naquela época) chamado Jauru, no extremo noroeste do Brasil.

Aqui o Pe. Nazareno dedicou-se generosamente com todas as energias para o trabalho missionário, doando-se totalmente a todos, se interessando pelo bem espiritual e material de todo o povo. Foi com ele que surgiu a " Paróquia de Jauru", solicitada por ele próprio, ao Bispo Dom Máximo Bienés; Surgiu do "nada" uma Comunidade Cristã viva e fervorosa; foram trinta anos de trabalho missionário, sem descanso, porém, com muita alegria e entusiasmo, sem poupar sacrifícios e sustentado somente pelos dois amores: a Eucaristia e Nossa Senhora.

Tinha escolhido Jauru porque era o lugar mais pobre e abandonado da região; construiu para seus fiéis uma bela Igreja Matriz, um Hospital com 50(cinqüenta) leitos, um Asilo para os Idosos, uma escola Comunitária, um Seminário que preparou para a Igreja dezena de sacerdotes. Em 1988 assumiu a responsabilidade de animador do Movimento Sacerdotal Mariano no Brasil, foi um apóstolo incansável e entusiasta, percorreu todos os Estados do Brasil, fundando e celebrando Cenáculos de Maria entre os Padres e as Famílias. Em sua paróquia muito vasta com mais de 20.00(vinte mil) fiéis, instituiu 57 (cinqüenta e sete) comunidades eclesiais rurais, instituiu a Adoração Solene ao Santíssimo Sacramento todos os dias na Igreja Matriz; nas comunidades instituiu 200 (duzentos) Ministros do Culto Eucarístico, que guardam o Santíssimo Sacramento e promovem todos os dias com sua comunidade, o Cenáculo de Maria e distribuem a santa Comunhão. Os grandes cenáculos de Maria que Pe. Nazareno realizava nas grandes cidades brasileiras, juntando dezenas de milhares de devotos de cada vez, fizeram reflorescer a prática freqüente do Sacramento da Penitência e reavivaram a devoção a Santa Eucaristia e a Nossa Senhora.



Foi aqui em jauru que Pe. Nazareno conquistou a palma gloriosa do Martírio.



Na noite do dia 11 de fevereiro de 2001, em sua casa, cercado pelos seus colaboradores leigos, depois de um dia cheio de trabalho apostólico com os jovens,caía no chão, atingido por um tiro de  um Killer, que depois de ter-lhe cochichado ao ouvido "que tinha vindo para matá-lo porque atrapalhava alguém", o ferira gravemente na nuca. Era um crime por mandato de forças ocultas que encontravam no trabalho apostólico de Pe. Nazareno, o maior obstáculos para seus planos.

Pe. Nazareno morreu mártir pelo amor ao seu povo. Pe. Nazareno teve tempo de oferecer sua vida ao Senhor Jesus e a Nossa Senhora: inclinou a cabeça docemente , recebendo diante de seus colaboradores o tiro fatal.

Aceitou consciente e generoso o martírio, selando uma vida de fé e de incansável trabalho missionário, durante 30(trinta) anos, no recanto matogrossense de Jauru.

Poucas horas depois do atentado, recebendo a absolvição sacramental, o Pe. Nazareno dava seu perdão aos seus matadores e oferecia sua vida pela Igreja, pelo Papa, pela sua Comunidade e pelo Movimento Sacerdotal Mariano e renovara a sua consagração a Nossa Senhora, sua Mãe querida.



Durante 10 (dez) dias, o Pe. Nazareno viveu em plena lucidez, sofreu com serenidade e encerrou sua vida aos 22 dias do mês de fevereiro de 2001. Seu corpo repousa na sua Igreja Matriz, ao lado do Sacrário e do trono de Nossa Senhora do Pilar, amado e venerado pelos seus paroquianos e por muitos outros irmãos e irmãs que aprenderam com ele a viver a Consagração ao maculado Coração de Maria..

Seu lema era "coração Imaculado de Maria, confiança, saúde e vitória minha". A vida de Pe. Nazareno nos ensina a olhar para o futuro, cheios de confiança e generosidade, dispostos a enfrentar tudo por amor a Cristo, por Nossa Senhora e pela Igreja.

 O martírio de Pe. Nazareno é a pronta resposta ao apelo do Santo Padre João Paulo II de "Ir Avante", na certeza da vitória: o amor, a justiça e a paz hão sempre de vencer.

(Testemunho dos que estiveram junto do Pe. Nazareno).

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Como tornar-se Catequista

PENSEMOS COM SERIEDADE: O QUE É SER CATEQUISTA?

Quando não vemos os resultados imediatos da ação catequética pensamos que seja inútil catequizar.

Muitos catequistas começam com certo entusiasmo e nas primeiras dificuldades desistem. É necessário ter paciência e dedicação.

A catequese é uma caminhada ou uma ação contínua, como processo educativo da fé. O catequista tem como missão educar a fé de toda a comunidade para que, catequizada, seja catequizadora.

Isto requer tempo: meses, anos...

“O catequista é enviado. Sua missão possui duplo sentido: é enviado por Deus, constituído ministro da Palavra pelo poder do Espírito Santo, e é enviado pela comunidade, pois é em seu nome que ele fala. Integrado na comunidade, conhece bem sua história e suas inspirações, sabe animar e coordenar a participação de todos” (Formação dos catequistas – Estudos da CNBB – 59 – nº 46).


O CATEQUISTA É UMA PESSOA QUE:

· crê em Jesus Cristo e segue seu evangelho;

· responde à sua vocação de batizado e crismado;

· é indicado e acolhido pela comunidade. Isto quer dizer que é membro atuante e participante da comunidade e dá testemunho de vida cristã;

· busca com dedicação a formação necessária para esta missão.



- Você tem desejo de ser um bom catequista?

- Quanto tempo você dispõe para preparar-se?

- Qual a preparação que você mais gosta: a preparação pessoal ou no grupo de catequistas? Por quê?



Quando aceitamos ser catequistas tomamos consciência de que a nossa opção é uma resposta ao chamado de Jesus Cristo. Como os apóstolos, podemos continuar o projeto de Jesus: “levar a boa notícia aos pobres e libertar os oprimidos...” (Lc 4,18). A catequese nos compromete a ajudar nossos irmãos nos caminhos da fraternidade, da justiça, da liberdade e da paz. Assim podemos dizer que a nossa opção é por Cristo e pelos irmãos.

Quando avaliamos nossa catequese devemos nos perguntar se estamos buscando esses caminhos que levam a criar uma nova sociedade, segundo o Projeto de Deus.

Se a nossa catequese não caminha nesse sentido e se nos contentamos apenas em semear algumas boas idéias, algumas palavras bonitas aos nossos catequizandos, não cumprimos o que Deus espera de nós.



A IDENTIDADE DO CATEQUISTA SE FUNDAMENTA:

· no chamado por Deus,

· na vida de fé que vive e transmite,

· na maturidade humana e cristã,

· na participação da missão da Igreja a serviço da humanidade.



- Por que me tornei catequista?

- Quais são as minhas maiores dificuldades?

- Participo das reuniões e formações de catequistas?

- Preparo os encontros de catequese ou improviso?

- Assinalar três qualidades de um bom catequista?



: Folheto Ecoando 2 - formação interativa com catequistas - Editora Paulus

De repente

Um soneto clássico do poeta Vinícius de Moraes para refletirmos sobre o nosso nascer, crescer, deixando a vida esvair-se diante de nossos olhos, sem percebermos a beleza de um sorriso, a importância de um verdadeiro encontro e a responsabilidade de se conservar os verdadeiros amigos. 


De repente 
De repente do riso fez-se o pranto 
Silencioso e branco como a bruma 
E das bocas unidas fez-se a espuma 
E das mãos espalmadas fez-se o espanto. 

De repente da calma fez-se o vento 
Que dos olhos desfez a última chama 
E da paixão fez-se o pressentimento 
E do momento imóvel fez-se o drama. 

De repente, não mais que de repente 
Fez-se de triste o que se fez amante 
E de sozinho o que se fez contente. 

Fez-se do amigo próximo o distante 
Fez-se da vida uma aventura errante 
De repente, não mais que de repente. 

Vinícius de Moraes

MOVIDOS POR UMA SEDE IMENSA DE FELICIDADE

Estou lendo um livro do Padre Luis Mosconi que se chama O evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus-Para ser discípulos e Missionários, hoje.


Todos nós somos movidos por essa busca da felicidade. E este livro nos mostra, através da palavra de Deus, um sentido novo para essa busca. Muitas vezes buscamos nos textos sagrados uma interpretação para nossos conflitos pessoais, uma receita de felicidade, e, quando não encontramos exatamente aquilo que queremos, nos frustramos com a Palavra de Deus. Se olharmos os textos sagrados com os olhos de Deus, com os mesmo sentimentos de Jesus, encontraremos tudo aquilo que buscamos. Partilho com vocês um trecho do livro. Boa leitura! Silvanety 


Cresce o número de pessoas que lêem a Bíblia. É um dado positivo e promissor; ao mesmo tempo, levanta questões. Há pessoas que a lêem e interpretam ao pé da letra; outras não a ligam com a realidade de hoje ou ligam de maneira errada; outras se deixam levar pelo fanatismo. O perigo é sério e mito prejudicial.
Como superar isso? A saída é a fidelidade aos textos sagrados, e a fidelidade à vida. Antes de abrir a Bíblia é preciso primeiro saber abrir o livro da vida; é preciso saber escutar, com sinceridade, situações e anseios, dores e alegrias, esperanças e sonhos, que fazem parte da nossa vida. Vale a pena conversar um pouco mais sobre o assunto, pois é por causa disso que vamos à Bíblia.
Todos nós carregamos uma imensa sede de felicidade. Se repararmos bem, tudo o que fazemos é para alcançar felicidade, nem que seja um pedaço; ou para diminuir a infelicidade. O problema não é ser ou não feliz; todos queremos ser felizes. O problema é onde achar a felicidade. A pergunta é: O que é ser feliz? O apóstolo Paulo escreveu uma carta à comunidade de Filipos, dizendo entre outras coisas: “Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito: Alegrai-vos!” (Fl 4,4). Escreveu a carta desde a cadeia, preso por causa do Evangelho. Como ele pôde isso estando preso? Que felicidade é essa? Conforme o Evangelho segundo Mateus, Jesus começou seu trabalho de evangelização, dizendo mais uma vez: “Felizes! Bem-aventurados!”. Chegou até o ponto de dizer: “Felizes os que são perseguidos por causa da justiça” (Mt 5,10). Como se explica?
Conforme o Evangelho segundo João, no discurso de despedida, umas das palavras que Jesus usou foi: alegre/alegria (ver Jo 16,19-24). E Jesus sabia que eram suas últimas horas, pouco antes de ser condenado à morte. Como se explica? Também hoje há inúmeras pessoas que fazem grandes sacrifícios para servir uma causa justa, e o fazem com tanta serenidade interior. Há mães que, para socorrer seus filhos doentes, fazem qualquer tipo de renúncia, com a maior serenidade e júbilo interior; como se explica?


Padre Luis Mosconi

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ser Catequista: um chamado de Deus

Como Deus nos chama? Como sabemos que é Ele que nos chama? Quais foram as situações humanas que nos motivaram a sermos catequistas?
Deus manifesta a sua vontade por diversas circunstâncias. Em qualquer situação o Senhor nos diz: “Vem e segue-me” (Mc 2,14).
A vocação é um chamado de Deus que espera da pessoa uma resposta para que esta pessoa possa se realizar. A vocação é, portanto, a realização do Plano de Deus na vida de cada um.
A vocação se manifesta em dois sentidos:
· a descoberta da própria vocação e
· o compromisso de vivê-la com toda intensidade.

⇒AS GRANDES VOCAÇÕES NA BÍBLIA:
Na Bíblia o chamado ou vocação de uma pessoa, por parte de Deus, corresponde ao compromisso de reunir e formar o seu povo: o Povo de Deus.
Este é o elemento central da vocação na Bíblia. Deus continua chamando pessoas para reunir e formar o seu Povo. Quando alguém é chamado por Deus, sempre é chamado para servir ao Povo em seu nome, revelando seu amor e sua Aliança. É um serviço que exige fidelidade.
Se refletirmos sobre a nossa vocação, vemos que também ela tem os mesmos sinais bíblicos.
(Ler e refletir: Ex 3,4; Is 6,8; Jr 1,1-10; Mt 10,1-4; Jo 1,34-38; Rm 1,1).

⇒COMO DEUS NOS CHAMA?
Ele nos chama numa situação concreta. Como por exemplo: um convite do pároco ou da coordenação da catequese, outras vezes quando sentimos que há necessidade de catequistas na comunidade e em outras situações. Se isto nos preocupa é sinal que estamos descobrindo o chamado de Deus. Os personagens bíblicos também foram chamados para uma determinada missão.
Para que Deus nos chama? Ele nos chama para: anunciar a sua Palavra, ser testemunhas dos valores do seu Reino e para sermos os porta-vozes da sua mensagem.
Nossa vocação é um presente de Deus. Somos chamados porque Deus nos ama. Este amor exige uma resposta.
Nossa vocação de catequista se insere e tem uma raiz na vocação cristã. No Batismo e na Crisma recebemos o compromisso de colaborar no anúncio da Palavra de Deus, segundo nossas condições.
Ter confiança em Deus. Pensamos, muitas vezes que não somos capazes de realizar a nossa missão catequética. Isso pode até nos levar ao desânimo. Por isso, é importante que confiemos em Deus, certos de que é um serviço de Deus e para Deus.
O ser catequista se renova a cada dia. Os catequistas, através de sua missão, experimentam momentos de alegria, de paz, de entusiasmo, apesar do cansaço, das renúncias e dos sacrifícios. A lembrança, renovada cada dia, do primeiro chamado de Deus, ajuda a sermos perseverantes e fiéis.
Como a nossa vocação de catequistas se manifesta no dia-a-dia? Há sinais evidentes que transparecem na nossa vocação, tais como: gosto pela catequese; busca de criatividade para melhorar os encontros catequéticos; esperança de melhorar a sociedade; comunicação no grupo de catequistas; alegria ao sentir os bons resultados; motivação para obter uma crescente formação e a consciência de ser enviado em nome da Igreja.
A vocação do catequista é comunitária. Ela abrange toda a ação da comunidade. Quando o catequista tem consciência de que seu chamado foi feito por Deus e que foi enviado pela comunidade, desempenha nela um serviço eficaz e efetivo. Colabora também na transformação da sociedade, pelo testemunho comunitário e pelo anúncio da Palavra de Deus.

· Quais são as motivações que temos para realizar a nossa vocação de catequistas?
· Como surgiu a nossa vocação de catequistas? 

Que tal recordar os bons momentos dessa missão e analisar os sinais da sua vocação?


 Folheto Ecoando 3 - formação interativa com catequistas - Editora Paulus


Avance sempre...

Quando li este texto, me lembrei de quantas vezes questionei a Deus por algo ter dado errado, ou por não ter conseguido alguma coisa que queria muito ter ou fazer. Hoje, vejo que o mais importante é não desistir de lutar por aquilo que queremos. Pequenas coisas hoje, amanhã poderão  tornar-se grandes. Coisas pequenas aos nossos olhos, podem ser grandes aos olhos de Deus. Temos que continuar em busca daquilo que acreditamos. E isso se chama fé. E quem tem essa fé, jamais desiste, jamais para no meio do caminho, mesmo que cansados ou desanimados. O importante é prosseguir sempre...

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Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.

Mas é importante não parar.

Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.

Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.

Então continue andando e fazendo.

Não desperdice a base que você já construiu.

Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.

Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

Autor desconhecido